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Memória Amatra1 

Fundação: 21 de maio de 1963 (Confira a ata).

Missão: Agir na defesa dos interesses individuais ou coletivos de seus associados. 

Número de Associados (até 01 de junho de 2012): 332
 
Presidentes: Lyad Sebastião de Almeida (1966) 
Francisco de Mello Machado (1967) 
José Fiorêncio Júnior (1968) 
Sebastião de Oliveira (1969 / 1970) 
Paulo Cardoso de Melo Silva (1971) 
José Fiorêncio Júnior (1972) 
Sebastião de Oliveira (1973) 
Carlos Gonçallo Amaral (1974) 
Paulo Cardoso de Melo Silva (1975) 
Sebastião de Oliveira (1976) 
Iralton Benigno Cavalcante (1977) 
Anna Britto Acker (1978) 
Francisco de Mello Machado (1979) 
Carlos Coelho dos Santos (1980 / 1981) 
Eduardo Abel Lopes Tourinho (1982) 
Gelson Conde (1983 / 1984) 
Anna Britto Acker (1985) 
Gelson Conde (1986) 
Sergio Moreira de Oliveira (1987 / 1988) 
Maria Elisabeth Ayres (1989) 
Maria Elisabeth Ayres (1990 - 1991) 
Neif Antonio Alem Filho (1992 - 1993) 
Eliete da Silva Telles (1994 - 1995) 
Gustavo Tadeu Alkmim (1996 – 1997) 
Aurora de Oliveira Coentro (1998 – 1999) 
Evandro Pereira Valadão (2000 – 2001) 
Cláudio José Montessp (2002 – 2003) 
Alexandre Teixeira de Freitas (2004 – 2005) 
Nélie Oliveira Perbeils (2006 – 2007) 
Luciana Gonçalves Pereira das Neves (2008 – 2009) 
André Gustavo Bittencourt Villela (2010 – 2011) 
Áurea Regina de Souza Sampaio (2012 – 2013) 
Paulo Guilherme Santos Périssé (2014 – 2015)
 
 
 
A criação da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra1) foi consolidada em 21 de maio de 1963, como dá notícia a ata de sua fundação. Os primeiros movimentos em direção à sua formação teriam ocorrido pelos idos de 1958. 

Poucos sabem acerca do que aconteceu após o ingresso da primeira turma de juízes substitutos concursados do TRT/RJ, mas, na fase de pré-nomeação, houve uma aproximação entre os juízes Feliciano Mathias Netto, Hugo Ferreira da Cunha, Lyad Sebastião Guimarães de Almeida, Elvia Lordello Castelo Branco, José Eduardo Pizarro Drummond e Jorge Abelheira, que mais tarde se transformou em uma sólida amizade. 

Após a nomeação, o grupo se reunia, todas às sextas-feiras, para uma happy hour no Bar Itahy, na esquina das ruas Graça Aranha com Araújo Porto Alegre. Além de degustar um chopp, comentavam sobre a atuação de cada um, os progressos alcançados e a natureza das questões apreciadas. 

Nesta época, a remuneração dos juízes era irrisória, mas a garantia do emprego vitalício se tornou uma tentação para os candidatos que se habilitaram ao concurso, já que o advogado, na época, não tinha instituição de previdência que o amparasse, em caso de impossibilidade de exercício da profissão. 

Era tão pouco o que ganhava um juiz, que muitos desenvolviam outras atividades afins, com o objetivo de complementar a remuneração recebida e garantir uma subsistência condigna. Era proibido apenas o exercício da advocacia, sob qualquer uma de suas formas, ou o exercício de qualquer função privativa de advogado. 

Em 1957, tramitava no Congresso Nacional, mais precisamente na Câmara Federal - ambos funcionando ainda no Rio, o projeto de lei que visava a aumentar os proventos dos magistrados. Lyad, Feliciano, Hugo, Padilha Tarcísio Meireles Padilha (hoje "imortal"), Geraldo Otávio Guimarães (mais tarde presidente do TRT/RJ) e José Fiorencio Júnior se empenharam numa luta diuturna, que durou oito meses, a fim de vencer a resistência, sobretudo de Oliveira Brito, que era o relator do projeto na Câmara e o homem-chave da questão. 

Foi, então, que se deu a intervenção providencial de Délio Maranhão, que foi convencido pelos demais a engrossar a fileira dos "ativistas" da época. Figura admirável de magistrado, professor, autor e expoente nacional da Justiça do Trabalho brasileira, Délio impressionou vivamente Oliveira Brito, à época o maior entendedor de orçamento no Congresso. A vitória veio, assim, com a equiparação dos vencimentos dos magistrados trabalhistas aos do Distrito Federal - ainda no Rio. 

Após toda essa movimentação, no dia 14 de julho de 1958, foi sancionada a lei nº 4.414, que concedeu substancial aumento de vencimentos à magistratura federal. 

Mais tarde, já em outubro de 1961, um grupo retornou a Brasília para tratar de novo aumento e do quadro de funcionários das Juntas de Conciliação e Julgamento, recém-criadas. O movimento já estava, então, revigorado por outras presenças, como a de Francisco Mello Machado, que tomou posse em dezembro de 1959. Com o retardamento da instalação das Juntas, devido à demora na criação do quadro de funcionários, a confusa promoção de magistrados e as dificuldades de toda a ordem que encontraram, sentiram a necessidade da existência de uma entidade que defendesse, especificamente, os interesses dos juízes do Trabalho. 

Foi nesta ocasião que o grupo propôs ao presidente do TRT/RJ, o então juiz César Pires Chaves, a criação de uma associação que teve, de início, como sede, o gabinete da 8ª Junta de Conciliação e Julgamento do ex-Distrito Federal, presidida por Lyad Sebastião de Almeida. Embrionariamente, nascia uma entidade com a qual os juízes trabalhistas poderiam contar. 

A Amatra1 foi criada com o objetivo de lutar pela valorização da classe e na defesa, sempre que necessário, dos interesses dos magistrados do trabalho. Seu primeiro presidente foi Lyad Sebastião de Almeida, o magistrado poeta que todos sempre admiraram. 

*** Texto construído a partir das memórias do Juiz Feliciano Mathias Netto.

 

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